Connoiceur

Escrito em 23 de março de 2007

Ontem tive tempo e fui almoçar em casa. No outono em Porto Alegre é assim: calor onde o sol alcança e frio onde houver sombra, às vezes com uma diferença de quase dez graus centígrados… Constipadamente simples.Estou há uns dois quarteirões de casa. Como já passa do meio-dia alguns trabalhadores estão sentados por aqui, perto dos muros, encostados nas paredes, sentados nos meio-fios, fumando um cigarro, contando histórias.

De repente, ela aparece. “Ela”, no caso é uma menina absolutamente bela, com uma idade indefinível entre dezessete e vinte e dois, com cabelos castanho-claros combinando com a cor dos olhos.Evidentemente que, ao ver tão adorável criatura, todas as cabeças masculinas (perdão pela machista obviedade) se voltam para vê-la, como se o sol, momentâneo e de modo fugidio passasse a brilhar intensamente. À sua passagem, observo dois amigos que, sentados ao meio fio, acompanham atentamente a menina, que poderia ser uma garota. De Ipanema, claro. É quando um deles diz, com aquela experiência de lobo:- É, e aí, compadre não tem silicone…

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